A ciência tem um papel fundamental na transformação da realidade em saúde — e este trabalho é um exemplo claro disso.
Compartilhamos a publicação do artigo “Sífilis congênita: repercussões clínicas e prognóstico neonatal”, desenvolvido por Vitória Caroline Fracalossi, sob orientação da Professora Dra. Samantha Ferreira da Costa Moreira, e publicado na Revista Cereus (Qualis A3). O estudo evidencia um cenário preocupante: mesmo sendo uma condição prevenível e de tratamento acessível, a sífilis congênita ainda apresenta altas taxas no Brasil, alcançando 9,9 casos por 1.000 nascidos vivos — muito acima das metas internacionais. Além disso, a pesquisa destaca um ponto crítico para a prática clínica: a maioria dos recém-nascidos é assintomática ao nascimento, o que reforça a importância de um pré-natal qualificado, com diagnóstico oportuno e tratamento adequado da gestante e de suas parcerias. Mais do que discutir uma doença, este trabalho revela algo maior: a sífilis congênita como marcador da qualidade da assistência materno-infantil.
Cada caso representa uma oportunidade de reflexão e melhoria no cuidado em saúde. Parabenizamos a acadêmica pela excelência, compromisso e contribuição científica, reforçando o papel da formação acadêmica na construção de uma prática baseada em evidências e com impacto real na vida das pessoas.
Acesse o artigo completo: https://doi.org/10.18605/2175-7275/cereus.v18n1p146-161
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